quarta-feira, 2 de março de 2011

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Curso [FINAL]

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Créditos:
#Eduardo Schmidt

6º Passo

Fotometragem

Para imprimir um determinado tom de cinza à película fotográfica com uma
sensibilidade de ASA 100, precisamos deixar passar uma certa quantidade de luz e esta
é controlada pelo tempo de exposição e pela abertura do diafragma na lente. Para conseguir
uma dada tonalidade de cinza pode-se utilizar uma abertura A e um tempo de exposição t
ou abertura A/2 e tempo t*2. Se o filme for ASA 200, o tom de cinza é conseguido com A/
2 e t ou A e t/2. Por exemplo, caso o equipamento indique que, para uma velocidade de 1/
60s, a abertura deverá ser de f5.6, a mesma luminosidade a ser captada pela película
poderá ser conseguida se utilizarmos 1/30s e f8 ou 1/125 e f4.
Os fotômetros sempre mostram, ou deveriam mostrar, a relação ideal entre a abertura
de diafragma e o tempo de abertura para certa sensibilidade de filme.
O fotômetro das máquinas fotográficas mede uma luz que passa pela objetiva em
seu centro, na parte central da imagem ou em todo o quadro. Alguns equipamentos medem
somente num único setor. Nem sempre, o fotômetro incorporado às câmeras fotográficas
retorna uma relação ideal entre velocidade e diafragma; às vezes, isto ocorre quando o
assunto principal está fora do setor de fotometragem.

1 2 3
1- Falta de Luminosidade
2- Exposição normal
3- Excesso de Luminosidade
Na calibragem do fotômetro interno das máquinas fotográficas é levada em
consideração uma média entre o claro e o escuro, tons neutros. Porém, muitas vezes, o
assunto fotografado é naturalmente claro e o fotômetro mostra uma relação em que,
aparentemente, a quantidade de luz é mais intensa que a do ambiente ou do assunto a ser
fotografado. Tal situação pode levar o fotógrafo ao erro, resultando negativos muito claros
ou diapositivos e cópias muito escuras. O contrário ocorre nos assuntos naturalmente
escuros.
Então,Cique aqui para ir ao passo Final (créditos e agradecimentos).

5º Passo

Tripé
Fotografando-se com uma objetiva de 50mm, a velocidade mínima indicada para
que a fotografia não fique tremida deve ser 1/60s. Na realidade é praticamente impossível,
na fotografia, parar o movimento de um objeto, pois este é contínuo e a fotografia registra
a luz em intervalos de tempo; ocorre que quanto menor for o intervalo de tempo e a
velocidade dos assuntos, maior será a nossa impressão de que os objetos foram
congelados no espaço e no tempo.
O problema se complica ao considerarmos que o pulso do fotógrafo pode não ser
firme o suficiente para segurar adequadamente o equipamento no momento do registro;
para o filme, todo o quadro se movimenta, de acordo com a instabilidade das mãos,
ocasionando imagens tremidas. No resultado final, a impressão é a de que não existe
foco em lugar algum do fotograma, mesmo que o fotógrafo tenha regulado adequadamente
a câmera. De forma prática, câmera estática fotografa um ambiente estático; câmera
tremendo registra o ambiente estático em movimento.
Para que a instabilidade das mãos do fotógrafo não ocasione imagens tremidas,
existe uma velocidade mínima que está relacionada à velocidade dos objetos e a distância
focal das objetivas; quanto maiores forem estes dois, maior deverá ser a velocidade mínima
do obturador. Usando-se uma objetiva de 24mm pode-se fotografar com velocidade 1/
30s; objetiva de 50mm, velocidade de 1/60s; objetiva de 120mm, velocidade de 1/180s.
Estes tempos mínimos de obturação também devem ser relacionados com a firmeza das
mãos; quanto mais trêmulas elas forem, menor deverá ser o tempo de obturação.
Os fotógrafos que não desejam se limitar às altas velocidades para registrar as
imagens, precisam de apoios para a fotografia, os quais podem ser conseguidos em
árvores, cadeiras, mesas, chão e outros, ou de monopés e tripés. Aqui surge um outro
problema: existem mais opções de tripés do que opções de câmeras fotográficas 35mm
que regulam abertura do diafragma e velocidade do obturador.
Os modelos mais simples e leves são muito eficientes para as câmeras compactas;
seguram equipamentos muito leves, regulados com velocidade de obturação e distância
focal adequados para mãos pouco firmes e para a fotografia amadora. Para estes
equipamentos, também existem algumas opções de tripé de mesa, com braços rígidos ou
flexíveis. Apoios que se fixam na porta de carro são adequados em muitas situações, mas
não devemos nos esquecer que os carros ligados trepidam.
Para escolher o modelo mais adequado, o indicado é levar o equipamento fotográfico
(câmera mais objetivas) na loja e testar o tripé nas condições de uso; deve-se levar em
consideração os fatores descritos abaixo:
1. Rotações da cabeça: os modelos mais simples rotacionam a “visão” da câmera
somente para cima e para baixo, modelos mais completos possuem mais dois
movimentos: rotação para o lado e cambagem, este último permite fotografar no
sentido vertical. A fixação numa posição é feita por pressão e esta deve ser
forte para evitar que o peso da objetiva force algum movimento.
2. Peso da objetiva: na maioria dos casos, o peso da objetiva é mais importante
na escolha do tripé e de seus acessórios que o próprio peso da câmera. O prato
da cabeça do tripé é quase sempre fixado no corpo da câmera e o centro de
equilíbrio fica na objetiva, quando utilizamos teleobjetivas (nesta condição a força
que a câmera exerce na cabeça do tripé tende a deslocar a “visão” do filme em
direção ao chão).
3. Prato: este acessório é aquele que sofre maior desgaste e tem a função de unir
a câmera ao tripé; os mais resistentes são de metal. É indicado optar por marcas
que vendem o prato separadamente, pois no caso de perda ou dano, não é
necessário substituir o tripé. A desvantagem dos pratos de metal é que eles são
acessórios dos tripés mais caros.
4. Peso do tripé: este é um fator importante para quem faz longas caminhadas
carregando equipamentos; as condições físicas do fotógrafo e dos assistentes
precisam também ser avaliadas.
5. Altura do tripé: para medir a altura máxima do campo de visão da fotografia,
deve-se somar as alturas do tripé, da cabeça, do prato e a parte do corpo da
câmera desde o prato até o visor. Alguns tripés oferecem a alternativa de
possibilitar o registro de imagens rente ao chão.
6. Capacidade de carga do tripé: Deve-se somar o peso da câmera (com
bateria), da objetiva mais pesada, do prato e da cabeça do tripé.
7. Capacidade de carga da cabeça: verificar na especificação se a cabeça suporta
os pesos da câmera (com bateria) e da objetiva. Nem sempre suportar o peso
significa estabilidade; se o ponto de equilíbrio ficar muito afastado da câmera,
em direção à objetiva, uma das fixações de rotação da cabeça terá sobrecarga.
8. Peças de reposição: parafusos e pratos são peças fáceis de serem perdidas;
a opção, sempre que possível, deve ser pelo fabricante que oferece peças de
reposição.
9. Estabilidade: um teste simples é abrir o tripé e estender as pernas deste; após,
aplicar uma força com as mãos, compatível com a capacidade de carga, e sentir
a estabilidade; caso o tripé balance, é melhor escolher outro.
10. Resistência à água: alguns tripés são mais resistentes para atividades outdoor,
porém a submersão deste equipamento em água salobra, ou salgada, leva a
oxidação dos componentes metálicos.

Então,Cique aqui para ir ao 6º passo.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

4º Passo

Câmeras fotográficas

As câmeras fotográficas são equipamentos que armazenam a película fotográfica
num ambiente escuro, a qual será exposta a uma determidada intensidade de luz, durante
um intervalo de tempo. Existem dois grandes grupos de equipamentos fotográficos: amador
e profissional.
Os equipamentos para o público amador são mais fáceis de manusear e quase e
normalmente não possuem controle de foco, diafragma e velocidade de obturação. Os
resultados das imagens dependem muito dos filmes amadores e do laboratório que ajusta
a luminosidade, na ampliação para o papel, possibilitando a reprodução das imagens do
negativo. Algumas máquinas amadoras têm a função “zoom”, melhorando as opções de
enquadramento.
Os equipamentos profissionais permitem as seguintes regulagens: tempo de
exposição do filme, abertura do diafragma (luminosidade), foco e sensibilidade do filme.
Ocorre uma interação maior entre o fotógrafo e o equipamento
Existem ainda as “câmeras” digitais profissionais e amadoras, com funções de zoom,
controle de luminosidade e contraste, foco e, até, saturação. As maiores diferenças entre
as digitais são as variações de zoom e a resolução da imagem (quantidade de pixels).
Quando se intenciona imprimir uma imagem captada por uma máquina digital, numa
gráfica, devemos saber a quantidade de pontos por centímetros da retícula do fotolito
utilizado, para preparar a chapa de impressão, multiplicar esta quantidade pelo tamanho
da imagem em centímetros e multiplicar por 2,5. O número obtido é a resolução mínima
linear da imagem para uma impressão de qualidade. Se a resolução do equipamento
digital for inferior a este número, o processo deve ser realizado através de película
fotográfica. Explicações mais detalhadas sobre a resolução na fotografia digital encontrase no final desta aula.
São duas as regulagens básicas de uma câmera fotográfica profissional: tempo de
exposição (velocidade do obturador); sensibilidade do filme. Existe um fotômetro que mede
a quantidade de luz captada pela objetiva e mostra uma relação ideal entre a abertura do
diafragma e a velocidade do obturador, para uma determinada sensibilidade de filme.
A operação parece simples, mas uma máquina fotográfica com 15 regulagens de
velocidade (de 8s a 1/2000s) e 8 de abertura (de f1.4 a f16) permite variar a quantidade
de luz que entra em contato com o filme em 32.768 vezes, além das possibilidades de
profundidade de campo e de foco.
As câmeras profissionais se diferenciam através da disponibilidade, e qualidade,
dos seguintes recursos: var iação da velocidade de obturador, modo automát ico,
fotometragem pontual e por setores, velocidade de sincronismo do flash, “motor drive”,
encaixe de flashes, cambiabilidade de lentes e outros.
A forma de se colocar o filme no equipamento e a disposição das diferentes
regulagens dos recursos variam de fabricante para fabricante e de modelo para modelo.
É aconselhável ler o manual ou pegar orientações sobre a utilização do equipamento, antes
da utilização.

Então,Cique aqui para ir ao 5º passo.

3º Passo

Abertura

Todas as objetivas profissionais permitem variar a
abertura do diafragma, controlando a quantidade de luz que
entra em contato com o filme num determinado invervalo de
tempo. Esta regulagem é o primeiro controle da luminosidade
que será registrada pela película fotográfica.
Além do controle da luminosidade, a abertura do
diafragma possibilita controle da profundidade de campo (área
focada). Este assunto será abordado de forma mais adequada
no módulo intermediário deste curso.
As diferentes aberturas do diafragma estão relacionadas com um número-f ou
pontos. Sua seqüência é: 1.4 - 2 - 2.8 - 4 - 5.6 - 8 - 11 - 16 - 22 - 32 - 45 - 64. Ao passar de
um diafragma de abertura f4 para f5.6, divide-se luminosidade por 2; ao passar de f4 para
f8, divide-se por 4. Algumas lentes trabalham com aberturas intermediárias ou meio ponto
(3.5, por exemplo).
Os números-f indicam a divisão do raio médio da abertura do diafragma. A área do
círculo é dada pela fórmula: S=3,1415*r², onde S = área e r = raio do círculo. A área de um
círculo de raio r é duas vezes maior que a área de um círculo de raio r/1,4 e 4 vezes maior
que a área de um círculo de raio r/2.
A lente é tanto mais luminosa quanto maior for a sua abertura máxima. As lentes
mais luminosas são essenciais para a fotografia em ambientes fechados ou no interior
das florestas; já uma abertura menor é mais apropriada para a fotografia de linhas
arquitetônicas.

Foco
Nas objetivas há duas referências de distância: uma, utilizando o metro como
unidade; outra em pés. Aqui a numeração aponta a distância entre a câmera fotográfica e
o objeto a ser fotografado.
Esta marcação é útil quando a focalização através do visor é impossível ou não
recomendável, o que é comum nas fotografias em ambiente escuro, utilizando-se flash.
Neste caso, é mister o conhecimento da distância entre o objeto e o equipamento
fotográfico.
O que o filme registra é a luz, ou uma composição de luzes; quando a imagem de
um objeto se forma no plano da película fotográfica, dizemos que o objeto está focado. Em
diversas ocasiões, a imagem se forma antes ou após a película, ocorrendo o desfoque.
Imagem com Focada | Imagem desfocada

Então,Cique aqui para ir ao 4º passo.